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Segurança da Informação · CONSULPLAN · 2025

Questão comentada de Segurança da Informação

A Hemobrás, como empresa pública vinculada ao Ministério da Saúde, lida com informações sensíveis sobre processos de produção de hemoderivados e biotecnologia. Para garantir a segurança dessas informações, a organização implementou um sistema rigoroso de controle de acesso físico às suas instalações. Dentre as medidas adotadas, estão a exigência de credenciais para entrada em áreas restritas, o monitoramento contínuo por câmeras e a presença de vigilantes em tempo integral. Considerando as boas práticas de controle de acesso físico, qual das medidas a seguir relacionadas deve ser implementada para garantir uma proteção mais eficiente contra acessos não autorizados?

Gabarito: A

Controle de acesso físico é a primeira barreira para proteger locais sensíveis: ele define quem entra, por onde entra, quando entra e o que pode fazer lá dentro. Em ambientes com informação crítica, não basta ter porta, câmera e vigilante. O ideal é combinar camadas de segurança, porque uma só medida pode falhar sozinha. É o famoso princípio do "defesa em profundidade": se uma camada cede, a próxima segura o problema. Nesse contexto, a autenticação multifator faz muito sentido. Se a entrada depende só do crachá, quem copiar, furtar ou falsificar o cartão pode tentar burlar a proteção. Quando você acrescenta um segundo fator, como biometria, PIN ou token, a chance de acesso indevido cai bastante. A lógica é a mesma da segurança lógica: quanto mais forte a verificação de identidade, menor o risco de invasão. Por isso, a alternativa A está correta. Ela propõe exatamente uma camada adicional de autenticação na entrada, elevando a proteção contra acessos não autorizados. Isso está alinhado com boas práticas de segurança física e com a ideia de controle de acesso baseado em múltiplos fatores, amplamente aceita na doutrina de segurança da informação. As demais alternativas enfraquecem o controle. Só registrar visitantes sem acompanhar circulação, confiar apenas em reconhecimento visual ou liberar crachás genéricos aumenta demais a chance de intrusão, erro humano e circulação indevida em área restrita. Em resumo: em segurança física, confiança demais costuma virar convite para problema.

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