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Segurança da Informação · CESPE/CEBRASPE · 2024

Questão comentada de Segurança da Informação

Considere que determinada empresa tenha imposto a implementação de uma política na qual os usuários não pudessem agir fora das permissões pretendidas. Nesse caso, se essa política for violada, a vulnerabilidade associada a essa violação será denominada

Gabarito: A

Aqui a ideia central é simples: quando uma política exige que o usuário só faça o que foi permitido, estamos falando de controle de acesso. Se essa regra falha, a vulnerabilidade não é de senha fraca nem de sistema velho, mas de permissão sendo ultrapassada. Em segurança da informação, isso se encaixa na quebra de controle de acesso, porque o sistema deixa alguém agir além do que deveria. É como se a porta estivesse aberta para quem só tinha autorização para olhar pela janela. Esse tipo de falha aparece muito ligada ao princípio do menor privilégio, que diz que cada usuário deve ter apenas as permissões estritamente necessárias. Quando esse princípio é violado, o risco é justamente o acesso indevido a funções, dados ou ações que deveriam ficar bloqueadas. Em termos práticos, a política foi feita para conter a atuação do usuário, e a vulnerabilidade nasce quando esse limite não funciona. A banca costuma cobrar isso misturando nomes de categorias de vulnerabilidades muito próximas. Mas aqui o enunciado foi bem direto: agir fora das permissões pretendidas é sinônimo de falha de autorização, isto é, quebra de controle de acesso. Não é uma questão de autenticação, porque o problema não é descobrir quem é o usuário, e sim o que ele pode ou não pode fazer depois de identificado. Então o gabarito A está correto porque a violação descrita atinge exatamente o mecanismo que limita ações por permissão. Se a política impede esse comportamento e ele acontece mesmo assim, houve quebra de controle de acesso.

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