O IDS ( intrusion detection system ) que utiliza um banco de dados em que são armazenados os ataques já conhecidos é do tipo
- A)anomalia.
Errada, porque IDS por anomalia identifica desvios em relação ao comportamento normal, e não uma base de ataques já conhecidos.
- B)assinatura.
Certa, porque o IDS por assinatura compara eventos com um banco de dados de ataques previamente catalogados.
- C)de rede.
Errada, porque IDS de rede se refere ao local de monitoramento do tráfego, não ao método de detecção usado.
- D)base64.
Errada, porque base64 é um esquema de codificação de dados, sem relação com detecção de intrusão.
- E)de host
Errada, porque IDS de host indica o ambiente monitorado, e não a lógica de detecção baseada em padrões conhecidos.
Gabarito: B
O IDS é o sistema que fica “de olho” no tráfego ou no comportamento do ambiente para apontar possíveis intrusões. Entre os tipos mais cobrados, existe o IDS baseado em assinatura, que funciona como um antivírus de rede: ele compara o que está acontecendo com um banco de dados de ataques já conhecidos. Se bater com o padrão armazenado, o alerta dispara. Por isso, o gabarito é a letra B. Quando a questão fala em banco de dados com ataques já conhecidos, ela está descrevendo exatamente a lógica de assinatura: reconhecer padrões previamente catalogados. É uma abordagem muito eficiente para ameaças já mapeadas, mas sofre quando surge um ataque novo ou uma variação bem disfarçada. Já o IDS por anomalia faz outra coisa: ele aprende o que é comportamento normal e avisa quando aparece algo fora do padrão. Em resumo: assinatura olha para o passado conhecido; anomalia olha para o desvio em relação ao normal. Essa diferença é clássica em Segurança da Informação e cai bastante em prova. Em termos doutrinários, a classificação de IDS em assinatura e anomalia é consagrada na literatura de redes e segurança, sendo a terminologia mais cobrada em bancas como a CEBRASPE. Aqui, a pista decisiva foi justamente “ataques já conhecidos”, que praticamente entrega o método por assinatura.