Usualmente, a garantia de integridade dos dados trafegados em uma VPN é fornecida por meio do uso de algoritmos de
- A)controle de banda.
Controle de banda serve para limitar tráfego, não para verificar se os dados foram alterados.
- B)hash.
Hash é o mecanismo clássico para garantir integridade, pois permite detectar qualquer modificação no conteúdo trafegado.
- C)autenticação multifator.
Autenticação multifator protege o acesso de usuários, mas não garante a integridade dos pacotes na VPN.
- D)controle de congestionamento.
Controle de congestionamento trata do desempenho da rede, não da preservação da integridade dos dados.
- E)controle de fluxo.
Controle de fluxo ajusta o envio de dados entre emissores e receptores, mas não confirma se o conteúdo foi modificado.
Gabarito: B
Em uma VPN, não basta só “fechar o túnel” entre as pontas: também é preciso garantir que o conteúdo chegue intacto, sem alteração no caminho. Para isso, usa-se mecanismo de integridade, que normalmente é implementado com algoritmos de hash, como SHA, porque eles geram uma espécie de resumo criptográfico da mensagem. A lógica é simples: se alguém mexer em um pacote no meio do trajeto, o resumo calculado na saída não bate com o da entrada. Aí a alteração aparece na hora. É por isso que a integridade em VPN costuma andar de mãos dadas com funções hash e códigos de autenticação de mensagem. A banca CESPE adora cobrar essa distinção: confidencialidade costuma vir da criptografia, enquanto integridade vem do hash. Em termos práticos, a VPN não está só escondendo os dados, ela também está conferindo se ninguém “fuçou” neles durante a viagem. Por isso o gabarito é a letra B. Hash é exatamente o tipo de algoritmo usado para apoiar a verificação de integridade em comunicações seguras, inclusive em VPNs.