O ansible é uma ferramenta amplamente utilizada na automação de infraestrutura de TI. Os ansible playbooks são usados para orquestrar processos de TI e são descritos em linguagem
- A)AWK.
AWK é uma linguagem voltada principalmente para processamento de texto, não para a estruturação de playbooks do Ansible.
- B)PERL.
PERL é uma linguagem de programação geral, mas não é a linguagem usada para escrever playbooks do Ansible.
- C)YAML.
YAML é a linguagem usada para descrever playbooks do Ansible, com sintaxe simples e baseada em indentação.
- D)BASH.
BASH é usada em shell scripts, mas playbooks do Ansible não são escritos nessa linguagem.
- E)PYTHON.
PYTHON é importante no ecossistema do Ansible, mas os playbooks não são escritos em Python.
Gabarito: C
O Ansible é uma ferramenta de automação muito usada para configurar servidores, instalar pacotes e executar tarefas repetitivas sem sofrimento manual. A ideia dos playbooks é justamente descrever, de forma organizada, o que deve ser feito em cada máquina ou grupo de máquinas. E aqui está o ponto-chave da questão: os playbooks do Ansible são escritos em YAML, uma linguagem de serialização de dados muito legível, com estrutura baseada em indentação. Isso facilita bastante a leitura e a manutenção, especialmente em cenários de DevOps e infraestrutura como código. Na prática, o YAML funciona quase como uma lista bem arrumada de instruções e parâmetros. O Ansible lê esse arquivo e interpreta as tarefas, inventários, variáveis e handlers. Por isso a banca gosta de cobrar a associação direta: Ansible playbook = YAML. Então o gabarito C está correto porque o formato padrão dos playbooks do Ansible é YAML, não uma linguagem de script como Python, Bash, Perl ou AWK. Essas podem até aparecer em comandos, módulos ou scripts auxiliares, mas não são a linguagem típica de descrição do playbook.