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Programação · FGV · 2022

Questão comentada de Programação

Na implementação de uma API REST, se precisarmos fazer uma chamada idempotente, o verbo mais adequado é

Gabarito: C

Em APIs REST, o verbo HTTP importa porque ele já carrega a ideia do que você quer fazer com o recurso. Quando a chamada precisa ser idempotente, a regra prática é: repetir a mesma requisição várias vezes produz o mesmo resultado final. Ou seja, se você mandar de novo, não muda o estado além do que já foi feito na primeira vez. O verbo mais associado a essa ideia é o PUT. Ele é usado para criar ou substituir um recurso inteiro em um endereço conhecido. Se você repetir o mesmo PUT com os mesmos dados, o efeito final continua o mesmo, sem surpresa de segunda via. É a cara da idempotência. Isso não significa que todo verbo de API seja idempotente. O POST, por exemplo, costuma criar algo novo a cada envio, então repetir pode gerar duplicidade. Já o PATCH, em geral, faz atualização parcial e pode ou não ser idempotente, dependendo da forma de implementação. DELETE, por sua vez, tende a ser idempotente porque apagar uma vez ou várias vezes mantém o recurso apagado, mas em provas a associação mais clássica e segura para chamada idempotente é o PUT. Então o gabarito C está correto porque, na modelagem REST mais cobrada em concurso, o PUT é o verbo adequado para operações idempotentes. Essa é a relação clássica ensinada nos materiais de HTTP/REST e normalmente cobrada de forma bem direta pela banca.

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