Na programação estruturada, um conceito que poderá otimizar o desenvolvimento é o de “estruturas”. Podemos afirmar que uma estrutura, EXCETO:
- A)É capaz de armazenar informações de tipos diferentes.
Certa, porque estruturas podem reunir campos de tipos diferentes em um mesmo registro.
- B)É considerada pelo programa como um novo tipo de dado.
Certa, pois a estrutura é tratada como um novo tipo de dado definido pelo programador.
- C)É capaz de armazenar somente até três campos de informações.
Errada, porque não existe limite geral de apenas três campos em uma estrutura.
- D)Declarada dentro do escopo da função principal de um programa, não poderá ser utilizada dentro de funções declaradas fora do escopo da função principal.
Em regra, a afirmação dialoga com a ideia de escopo da linguagem, embora a validade concreta dependa da sintaxe e das regras da linguagem usada.
Gabarito: C
Em programação estruturada, a ideia de estrutura serve para agrupar dados relacionados em uma única unidade, facilitando a organização do código e deixando o programa mais legível. Pense nela como uma “caixinha” que pode guardar vários campos, e cada campo pode ter um tipo diferente, como inteiro, caractere, real etc. Por isso, ela costuma ser tratada como um novo tipo de dado definido pelo programador, algo muito comum em linguagens como C. O ponto principal da questão é que estrutura não tem um limite fixo de campos, como se fosse uma caixinha com número mágico de divisórias. Ela pode ter quantos membros forem necessários, respeitando apenas as regras da linguagem usada. Então a alternativa que fala em “somente até três campos” contraria diretamente esse conceito. As demais afirmações conversam com a noção clássica de estrutura: ela pode armazenar tipos diferentes e ser vista como um tipo composto criado pelo usuário. E, sobre escopo, a regra depende da linguagem, mas, em geral, uma estrutura declarada em determinado escopo segue as regras normais de visibilidade daquele ambiente. Em provas, a banca costuma cobrar o conceito geral, sem fugir muito da definição doutrinária de estruturas como agregados de dados heterogêneos.