Se a troca de dados entre sistemas tem sintaxe em pares de chave-valor, então está em uso o padrão
- A)UDDI.
UDDI é um diretório de serviços web, não um padrão de troca de dados em chave-valor.
- B)XSLT.
XSLT é uma linguagem para transformar documentos XML, não o formato descrito no enunciado.
- C)WSDL.
WSDL descreve serviços web e suas interfaces, mas não é a sintaxe de dados em pares chave-valor.
- D)JSON.
JSON é o padrão de dados baseado em pares chave-valor, exatamente como o enunciado descreve.
- E)XML.
XML usa marcações em tags e estrutura hierárquica, não a sintaxe típica de chave-valor.
Gabarito: D
Quando um sistema troca dados em formato de pares chave-valor, você está diante de uma estrutura bem típica de JSON. Pense nele como uma forma enxuta de organizar informação: um nome de campo e o valor correspondente, por exemplo, "nome": "Ana" ou "idade": 30. Essa simplicidade fez o JSON virar queridinho em APIs e integrações web, porque ele é leve, fácil de ler e fácil de processar. Na prática, o JSON representa objetos com chaves e valores, usando sintaxe com chaves {}, colchetes [] para listas e pares separados por dois pontos. Ele conversa muito bem com linguagens de programação, o que ajuda bastante em sistemas que precisam trocar dados rapidamente sem cerimônia demais. Por isso o gabarito é a letra D. A própria definição do enunciado, "sintaxe em pares de chave-valor", aponta diretamente para JSON. Já XML também é formato de troca de dados, mas sua estrutura é de tags aninhadas, e não de pares chave-valor como regra principal. Em prova, vale guardar a associação: JSON = estrutura simples, leve e baseada em chave-valor; XML = tags mais verbosas; WSDL e UDDI são ligados a serviços web, não ao formato de dados em si.