valores = [3, 22, 7, 99] imprime(valores[1]) Em relação ao pseudocódigo precedente, é correto afirmar que
- A)o código é exemplo de uma estrutura de decisão.
Errada, porque não há estrutura de decisão no pseudocódigo, apenas criação de lista e impressão de um elemento.
- B)o código, após executado, apresentará 3 como resultado.
Errada, porque o valor 3 está na posição de índice 0, não na posição consultada.
- C)o código, após executado, apresentará 22 como resultado.
Certa, porque valores[1] acessa o segundo elemento da lista, que é 22.
- D)valores é uma variável simples.
Errada, porque valores não é uma variável simples, e sim uma lista/vetor com vários elementos.
- E)o código é exemplo de iteração de quatros loops.
Errada, porque não existe repetição nem laço de quatro execuções no código.
Gabarito: C
Aqui temos uma lista, também chamada de vetor, com quatro posições: [3, 22, 7, 99]. Em pseudocódigo e em muitas linguagens, a numeração dos elementos costuma começar em 0. Isso significa que o índice 0 guarda o 3, o índice 1 guarda o 22, o índice 2 guarda o 7 e o índice 3 guarda o 99. A instrução imprime(valores[1]) pede exatamente o conteúdo da posição de índice 1. Então, em vez de sair o primeiro elemento da lista, sai o segundo. É um detalhe clássico de prova: o examinador adora testar se voce sabe que índice não é o mesmo que ordem humana de contagem. Por isso, a saída exibida será 22. O código não representa decisão nem repetição, porque não há se, senão, enquanto ou para. Também não se trata de variável simples, já que valores armazena vários elementos, ou seja, é uma estrutura composta. Em resumo: lista com índice começando em 0, acesso à posição 1, resultado 22. Sem drama, só atenção ao endereço certo do elemento.