Considere o circuito da figura abaixo: O somatório das correntes no ponto correspondente ao Nó α é igual a
- A)10 E/R.
Errada, porque o somatório das correntes em um nó não depende de uma conta isolada desse tipo, mas da Lei dos Nós de Kirchhoff, que impõe soma algébrica nula.
- B)5 E/R.
Errada, pois 5 E/R não representa o somatório no nó; em um nó ideal, as correntes de entrada e saída se compensam.
- C)5 E/2R.
Errada, porque a expressão mistura grandezas sem justificar o balanço de correntes no nó alfa.
- D)E / 5R.
Errada, já que E/5R seria apenas uma corrente em um ramo específico, não a soma algébrica das correntes no nó.
- E)Zero.
Certa, porque pela Lei dos Nós de Kirchhoff a soma algébrica das correntes em um nó é zero.
Gabarito: E
Em circuitos elétricos, o Nó é o ponto em que duas ou mais ramificações se conectam, e ali vale a Lei dos Nós de Kirchhoff: a soma algébrica das correntes em um nó é zero. Isso quer dizer que corrente que entra precisa sair, como se o nó fosse um caixa de supermercado bem rigoroso: nada fica acumulado ali. Se você escrever as correntes com sinais, entra e sai se compensam automaticamente. Nesta questão, o enunciado pede o somatório das correntes no nó alfa. Como se trata de um nó comum de um circuito em regime normal, não há armazenamento de carga no ponto, então a soma algébrica das correntes é nula. Esse é exatamente o conteúdo da LKC, que é um dos pilares da análise de circuitos junto com a Lei das Malhas de Kirchhoff. Por isso, qualquer expressão diferente de zero estaria descrevendo uma corrente específica ou uma combinação particular de ramos, mas não o somatório no nó. O enunciado usa a palavra "somatório" justamente para testar se você aplica a ideia de balanço de correntes no nó, sem se perder nos valores dos resistores ou da fonte. Resumo prático: em nó ideal, corrente que entra = corrente que sai, então a soma algébrica das correntes é zero. É uma daquelas respostas que parecem simples, mas cobram o fundamento mais clássico da análise nodal.