Um condomínio residencial possui 4 prédios iguais com potências instaladas de 75kW. A potência demandada de todo o condomínio é de 200kW. Sabendo-se que o fator de demanda global de cada prédio é de 0,8, o fator diversidade do condomínio é igual a
- A)0,64.
Errada, porque 0,64 não corresponde à razão entre a soma das demandas individuais e a demanda total do condomínio.
- B)0,80.
Errada, porque 0,80 é o fator de demanda de cada prédio, não o fator de diversidade do conjunto.
- C)0,83.
Errada, porque 0,83 não resulta do cálculo da diversidade com os dados fornecidos.
- D)1,20.
Certa, pois a soma das demandas dos 4 prédios é 240 kW e, dividindo pela demanda do condomínio de 200 kW, obtém-se 1,20.
- E)1,40.
Errada, porque 1,40 não decorre da relação correta entre demanda individual somada e demanda simultânea do condomínio.
Gabarito: D
Em instalações elétricas, o fator de demanda mostra quanto da potência instalada realmente vira potência demandada no uso normal. Aqui, cada prédio tem 75 kW instalados e fator de demanda global de 0,8, então a demanda de cada um é 75 x 0,8 = 60 kW. Como são 4 prédios iguais, a soma das demandas individuais é 4 x 60 = 240 kW. O fator de diversidade entra justamente para mostrar que nem todo mundo pede energia no mesmo instante. Ele é dado pela razão entre a soma das demandas individuais e a demanda máxima simultânea do conjunto. Em fórmula: fator de diversidade = soma das demandas individuais / demanda do condomínio. Aplicando os dados: 240 kW / 200 kW = 1,2. Ou seja, o condomínio tem diversidade de 1,20, porque a demanda total real é menor que a soma das demandas isoladas. É o típico efeito “cada um liga uma coisa, mas não todo mundo junto na mesma hora”.