Um equipamento elétrico de 15kW pode ser representado por um triângulo da impedância com componente resistiva igual a 400Ω e a reativa igual a 300Ω. A potência aparente desse equipamento é de
- A)9,50kVA.
Errada, porque 9,50 kVA não resulta da relação entre potência ativa e fator de potência do triângulo dado.
- B)12,55kVA.
Errada, porque 12,55 kVA não corresponde ao cálculo de S = P/cos(phi) com cos(phi) = 0,8.
- C)18,75kVA.
Certa, pois com R = 400 ohms e X = 300 ohms temos Z = 500 ohms, cos(phi) = 0,8 e então S = 15/0,8 = 18,75 kVA.
- D)25,00kVA.
Errada, porque 25,00 kVA superestima a potência aparente e não bate com os dados do triângulo de impedância.
Gabarito: C
Quando um equipamento é representado por um triângulo de impedância, você está olhando para a relação entre resistência (R), reatância (X) e módulo da impedância (Z). Aqui, com R = 400 ohms e X = 300 ohms, o triângulo é retângulo, então o módulo fica Z = raiz(400² + 300²) = 500 ohms. Isso permite achar o fator de potência: cos(phi) = R/Z = 400/500 = 0,8. A potência ativa é a que realmente vira trabalho, calor, luz etc., e foi dada como 15 kW. Já a potência aparente é a “potência total” que a rede precisa fornecer, e ela se relaciona com a ativa pela fórmula S = P/cos(phi). Substituindo: S = 15/0,8 = 18,75 kVA. Ou seja, o enunciado mistura a leitura do triângulo com a fórmula de potência, e o ponto-chave é perceber que não basta olhar só para os ohms: você precisa passar pelo fator de potência. Por isso o gabarito correto é a alternativa C.