Para a estimativa do tempo médio de execução de uma atividade qualquer de uma obra são considerados os tempos otimista, pessimista e mais provável. A atividade que possua esses tempos iguais a, respectivamente, 15, 50 e 25 unidades de tempo, tem, como tempo médio de execução,
- A)17,5 unidades de tempo.
Errada, porque 17,5 seria resultado de uma conta que não segue a ponderação do método PERT.
- B)22,0 unidades de tempo.
Errada, pois não corresponde à fórmula de tempo médio com peso maior para o tempo mais provável.
- C)25,0 unidades de tempo.
Errada, porque 25 é apenas o tempo mais provável, não o tempo médio estimado pela técnica.
- D)27,5 unidades de tempo.
Certa, pois aplicando a fórmula do PERT chega-se a 27,5 unidades de tempo.
- E)32,5 unidades de tempo.
Errada, já que 32,5 superestima o resultado e não decorre da fórmula indicada no enunciado.
Gabarito: D
Quando a banca fala em tempo otimista, pessimista e mais provável, ela está usando a ideia do PERT, muito comum em planejamento de obras e projetos. A lógica é simples: o tempo mais provável recebe mais peso, porque representa o cenário mais realista do dia a dia, enquanto os extremos entram só para ajustar a estimativa. A fórmula clássica é: tempo médio = (otimista + 4 x mais provável + pessimista) / 6. Repare que não é uma média simples, porque o valor mais provável vale quatro vezes mais. Isso evita dar peso excessivo a um cenário muito improvável, seja ele rápido demais ou lento demais. Aplicando na questão: (15 + 4 x 25 + 50) / 6 = (15 + 100 + 50) / 6 = 165 / 6 = 27,5. Então a atividade deve ser estimada em 27,5 unidades de tempo. Por isso o gabarito é a letra D. Em concursos, a banca adora trocar o candidato por uma média aritmética comum, mas aqui o correto é usar a ponderação do PERT.