A fonte de tensão de 100 V em um circuito elétrico de corrente contínua alimenta uma associação em série de três resistores com resistências iguais a 5 Ω, 15 Ω e 30 Ω. Nessa situação, considerando-se que os condutores utilizados são ideais, a queda de tensão na resistência de 30 Ω é igual a
- A)10 V.
Errada, porque 10 V é menor do que a queda esperada no resistor de maior resistência, dado que a corrente do circuito é 2 A.
- B)30 V.
Errada, pois 30 V corresponde à queda em 15 Ω, não em 30 Ω, usando V = R · I.
- C)40 V.
Errada, porque 40 V não resulta da divisão correta da tensão total entre os resistores em série.
- D)60 V.
Certa, pois a corrente é 2 A e a queda de tensão no resistor de 30 Ω é 30 · 2 = 60 V.
- E)100 V.
Errada, porque 100 V é a tensão total da fonte, não a queda exclusiva em um único resistor da série.
Gabarito: D
Em circuito em série, a corrente é a mesma em todos os resistores. Então o caminho mais rápido aqui é somar as resistências e usar a Lei de Ohm: Rtotal = 5 + 15 + 30 = 50 Ω, logo I = V/R = 100/50 = 2 A. Sem mistério, a corrente não se perde no percurso, ela passa igual por todos os elementos da série. Agora vem a parte importante: a queda de tensão em cada resistor é dada por V = R · I. No resistor de 30 Ω, a tensão será 30 · 2 = 60 V. Ou seja, ele recebe a maior parcela da tensão porque tem a maior resistência da associação. Isso bate com a regra prática de divisão de tensão em série: maior resistência, maior queda de tensão. É o tipo de questão que a banca adora porque força você a não olhar só para a fonte, mas para como a tensão se reparte no circuito. Portanto, o gabarito é a letra D, pois a queda de tensão na resistência de 30 Ω é de 60 V. Em teoria básica de circuitos, isso é aplicação direta da Lei de Ohm e das propriedades de associação em série.