Em um sistema de controle em malha fechada, o controlador recebe em sua entrada o sinal de
- A)saída da planta a ser controlada.
Errada, porque a saída da planta é medida na realimentação, não a entrada do controlador.
- B)saída da planta amplificado.
Errada, porque a saída da planta pode até ser amplificada em algum estágio, mas isso não define o sinal que entra no controlador.
- C)entrada da planta a ser controlada.
Errada, porque a entrada da planta é o comando aplicado ao processo, não o sinal que o controlador recebe.
- D)referência.
Errada, porque a referência é o valor desejado, mas o controlador trabalha com a diferença entre referência e saída.
- E)erro.
Certa, porque em malha fechada o controlador recebe o sinal de erro, que resulta da comparação entre referência e saída medida.
Gabarito: E
Em um sistema de controle em malha fechada, a ideia é comparar o que se deseja com o que realmente está acontecendo. Essa comparação gera o sinal de erro, que nada mais é do que a diferença entre a referência e a saída medida da planta. É esse sinal que alimenta o controlador para ele decidir quanto corrigir o sistema. Pense assim: a referência diz "quero chegar aqui", e a saída da planta mostra "estou aqui". O controlador olha para a distância entre os dois, e não para a referência isolada nem para a saída sozinha. Se não houver essa comparação, o sistema perde justamente o sentido de malha fechada. Por isso, o gabarito é a alternativa E. Em controle clássico, o sinal de erro é a entrada do controlador, porque é ele que representa a necessidade de correção do sistema. A malha fecha exatamente com essa realimentação da saída, permitindo reduzir o desvio entre o valor desejado e o valor obtido. Na prática, isso aparece em vários sistemas industriais: velocidade de motores, temperatura, nível, posição. Sempre que o sistema "se corrige sozinho", há um erro sendo processado pelo controlador. A lógica é simples, mas a banca adora trocar os nomes para ver se você tropeça.