A necessidade de acompanhamento operacional de uma usina termelétrica costuma exigir a medição de
- A)pressão mecânica no enrolamento de excitação do gerador.
Errada, porque pressão mecânica no enrolamento de excitação não é uma variável usual de acompanhamento operacional do gerador.
- B)temperatura dos enrolamentos da armadura do gerador.
Certa, porque a temperatura dos enrolamentos da armadura é uma grandeza essencial para monitorar aquecimento, isolamento e segurança da máquina.
- C)perdas no circuito de excitação do gerador.
Errada, porque perdas no circuito de excitação não costumam ser a medida operacional mais direta e típica exigida para acompanhamento da usina.
- D)perdas no circuito de armadura do gerador.
Errada, porque as perdas na armadura não são a grandeza usual de monitoramento operacional; o foco prático é a temperatura associada a esse aquecimento.
- E)umidade no papel isolante dos mancais do eixo rotativo.
Errada, porque umidade no papel isolante dos mancais do eixo rotativo não é um parâmetro característico de acompanhamento do gerador nesse contexto.
Gabarito: B
Em uma usina termelétrica, o acompanhamento operacional precisa olhar primeiro para o que mais sofre com carga, aquecimento e envelhecimento: o gerador. Entre os pontos mais importantes está a temperatura dos enrolamentos da armadura, porque ela indica se a máquina está trabalhando dentro do limite térmico seguro. Se essa temperatura sobe demais, o isolamento degrada, a vida útil cai e o risco de falha aumenta rápido, sem drama e sem aviso bonito. Na prática, a armadura é a parte do gerador onde circulam correntes elevadas e onde as perdas elétricas viram calor. Por isso, medir essa temperatura é rotina de operação e manutenção preditiva. Em máquinas elétricas, monitoramento térmico é básico: calor demais é quase sempre sinal de sobrecarga, ventilação deficiente ou problema interno. É por isso que o gabarito é a letra B. O operador precisa acompanhar a condição térmica do gerador para manter eficiência, segurança e confiabilidade do sistema. Em termos doutrinários de máquinas elétricas, a supervisão de temperatura dos enrolamentos é uma variável clássica de proteção e operação, justamente por refletir o estado real do equipamento. As demais alternativas tentam confundir com grandezas que não são as mais típicas do controle operacional do gerador. A banca gosta dessa ideia de pegar algo plausível, mas fora do foco principal da medição em regime de operação.