São considerados metais que NÃO podem ser reciclados:
- A)Latas de aço (como exemplo: latas de óleo, sardinha, molho de tomate).
Errada, porque latas de aço são recicláveis e fazem parte do fluxo comum de metais.
- B)Latas de alumínio (como exemplo: latas de bebidas: cerveja, refrigerante).
Errada, porque latas de alumínio são um dos materiais mais reciclados no Brasil.
- C)Grampos; clipes; esponjas de aço; latas de tintas; latas de combustível; e, pilhas.
Certa, porque reúne itens contaminados, perigosos ou inadequados para a reciclagem comum, como pilhas, latas de tinta e combustível.
- D)Tampas metálicas; ferragens; canos metálicos; esquadrias; e, molduras metálicas de quadros.
Errada, porque tampas metálicas, ferragens, canos e esquadrias metálicas são materiais normalmente recicláveis.
Gabarito: C
Na coleta seletiva, nem todo objeto de metal vai para a reciclagem do mesmo jeito. Em geral, metais limpos e comuns, como latas de alumínio, latas de aço, tampas metálicas, ferragens e canos, podem ser reciclados com tranquilidade, desde que estejam livres de sujeira excessiva e, quando necessário, separados corretamente. O problema aparece com materiais contaminados ou de composição especial, que podem trazer risco ao processo de reciclagem. É por isso que itens como latas de tintas, latas de combustível e pilhas não entram na lista de recicláveis comuns. Eles podem conter resíduos tóxicos, inflamáveis ou componentes perigosos, exigindo destinação específica. Já grampos, clipes e esponjas de aço não costumam ser tratados como recicláveis na triagem doméstica por serem pequenos, misturados a outros resíduos e, no caso da esponja, por ter composição inadequada para o fluxo comum. Então, o ponto da questão é separar o que é metal reciclável do que é metal contaminado ou inadequado para a reciclagem padrão. A alternativa C reúne justamente esses materiais que não devem seguir para a reciclagem comum, seja por risco ambiental, seja por inviabilidade operacional. Na prática, a lógica é simples: se o metal está limpo e é aceito na cadeia de reciclagem, ele vai; se estiver contaminado, perigoso ou fora do padrão de triagem, precisa de destinação especial. Essa é uma ideia muito cobrada em resíduos sólidos e coleta seletiva.