Se determinado estabelecimento público não verificar o teor residual de cloro na quantidade adequada no ponto de consumo, deve-se proceder com a cloração para evitar doenças veiculadas pela água, como, por exemplo, bactérias e vírus. Para isso, a cloração da água deve ser feita de forma correta, com quantidade adequada de água sanitária ou hipoclorito de sódio 2,5%. No caso do ponto de consumo ser uma caixa de água de 1.000 litros, as orientações de dosagem e tempo de contato será de:
- A)15 ml em 20 minutos.
Incorreta, porque 15 ml é quantidade insuficiente para 1.000 litros e não garante a desinfecção adequada.
- B)50 ml em 30 minutos.
Incorreta, porque 50 ml fica abaixo da dosagem orientada para esse volume de reservatório.
- C)100 ml em 30 minutos.
Correta, pois 100 ml de hipoclorito de sódio a 2,5% com 30 minutos de contato corresponde à orientação adequada para 1.000 litros.
- D)200 ml em 20 minutos.
Incorreta, porque 200 ml excede a dose indicada e o tempo de contato informado não compensa esse erro de dosagem.
Gabarito: C
A cloração é uma etapa simples, mas decisiva para garantir a potabilidade da água, porque o cloro atua como desinfetante e ajuda a eliminar microrganismos causadores de doenças de veiculação hídrica, como bactérias e vírus. Em estabelecimentos públicos, quando não há teor residual de cloro adequado no ponto de consumo, a desinfecção precisa ser corrigida com a dosagem certa, sem exagero e sem economia excessiva. No caso de reservatório de 1.000 litros, a orientação usual de cloração com água sanitária ou hipoclorito de sódio a 2,5% indica 100 ml do produto com tempo de contato de 30 minutos. Esse tempo é importante porque não basta colocar o desinfetante: ele precisa permanecer em contato com a água por período suficiente para agir de forma eficaz. Por isso, o gabarito é a alternativa C. A lógica é direta: volume do reservatório, concentração do produto e tempo de contato caminham juntos. Se qualquer um desses fatores sai do ponto, a desinfecção pode ficar insuficiente e a água continua oferecendo risco à saúde. Esse tema aparece em orientações técnicas de vigilância sanitária e de controle da qualidade da água para consumo humano, alinhadas aos padrões de potabilidade do Ministério da Saúde. Em prova, a banca gosta de cobrar exatamente essa combinação prática: dose correta mais tempo de contato adequado.