De acordo com a Resolução CONAMA nº. 357/2005, o processo de tratamento convencional de água de um rio de classe II contempla
- A)coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção e correção do valor do pH.
Correta, porque lista as etapas do tratamento convencional de água: coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção e correção de pH.
- B)apenas fluoretação, desinfecção e correção do valor do pH.
Errada, porque fluoretação não substitui o tratamento convencional e não basta para tornar água de rio própria para abastecimento.
- C)apenas desinfecção e correção do valor do pH.
Errada, porque desinfecção e correção de pH sozinhas são insuficientes para tratar água bruta de rio.
- D)pré-oxidação e intercloração, coagulação, floculação, decantação, filtração, fluoretação, desinfecção e correção do valor do pH.
Errada, porque inclui etapas extras como pré-oxidação, intercloração e fluoretação, que não compõem necessariamente o tratamento convencional básico.
- E)pré-oxidação e intercloração, decantação, filtração em carvão ativado, fluoretação, desinfecção e correção do valor do pH.
Errada, porque traz pré-oxidação, intercloração e carvão ativado, que são etapas de tratamentos especiais, não o convencional padrão.
Gabarito: A
A Resolução CONAMA nº 357/2005 classifica os corpos d'água e, quando fala em uso para abastecimento humano, a ideia é ligar a qualidade da água bruta ao tipo de tratamento necessário. Para água de rio de classe II, o tratamento convencional é justamente o pacote clássico que você aprende em saneamento: coagulação, floculação, decantação, filtração e desinfecção. Esse processo serve para remover turbidez, partículas em suspensão e microrganismos, deixando a água segura para consumo. Em muitas situações, ainda se faz a correção do pH, porque o tratamento pode alterar a acidez da água e isso precisa ser ajustado antes da distribuição. É por isso que a alternativa A está certa: ela reúne as etapas típicas do tratamento convencional de água. As outras opções tentam confundir misturando etapas que não são obrigatórias nesse processo ou que pertencem a tratamentos mais específicos, como fluoretação, pré-oxidação, intercloração ou carvão ativado. Em prova, vale guardar a lógica simples: água de rio classe II não significa "água pronta", mas sim água que pode ser tratada por método convencional para abastecimento. A banca gosta de trocar a sequência básica por etapas extras para ver se você reconhece o núcleo duro do tratamento.