Para corrigir o georreferenciamento de uma imagem de satélite que se encontra deslocada em 3 m na direção norte e em 4 m na direção leste da sua posição verdadeira, é preciso deslocá-la
- A)4 m na direção sudoeste.
Errada, porque 4 m para sudoeste não corrige simultaneamente os 3 m ao norte e os 4 m ao leste, além de não ter a magnitude correta do vetor total.
- B)3 m na direção oeste.
Errada, porque deslocar apenas para oeste corrige só o componente leste, deixando o erro de 3 m na direção norte sem ajuste.
- C)5 m na direção sudoeste.
Certa, porque a correção deve ser no sentido oposto ao deslocamento original e com módulo 5 m, resultado da soma vetorial de 3 m e 4 m.
- D)5 m na direção sul.
Errada, porque 5 m para sul corrige apenas o componente norte, mas não elimina o deslocamento de 4 m para leste.
Gabarito: C
Em georreferenciamento, quando uma imagem está deslocada, você corrige aplicando um deslocamento igual e no sentido oposto ao erro original. Aqui, a imagem está 3 m ao norte e 4 m a leste da posição verdadeira. Isso quer dizer que ela ficou “adiantada” para cima e para a direita no mapa, então a correção precisa levar a imagem para baixo e para a esquerda. Quando você soma esses dois componentes perpendiculares, entra o velho amigo Pitágoras: 3 m e 4 m formam um triângulo retângulo cuja hipotenusa é 5 m. Como a direção de correção é oposta ao deslocamento original, o vetor resultante aponta para sudoeste, isto é, sul e oeste ao mesmo tempo. Por isso, o gabarito C está correto: é preciso deslocar a imagem 5 m na direção sudoeste. Em questões desse tipo, a banca gosta de testar se você percebe que não basta inverter um eixo só; você precisa corrigir os dois componentes do erro. Resumo mental rápido: deslocou para norte e leste? Corrige para sul e oeste. Se os valores forem 3 e 4, a distância da correção é 5. A conta é simples, mas a pegadinha é caprichada.