Na coleta seletiva de resíduos, as cores auxiliam na identificação e na destinação correta desses resíduos. Nesse sentido, conforme os princípios básicos de descarte de resíduos, o descarte de material radiativo deve ser efetuado no(a) coletor(lixeira) de cor
- A)azul.
Azul é usado, em regra, para papel e papelão, não para material radioativo.
- B)marrom.
Marrom costuma identificar resíduos orgânicos, não resíduos radiativos.
- C)preto.
Preto não é a cor padrão da coleta seletiva para material radioativo.
- D)roxo.
Correta: roxo é a cor destinada ao material radioativo na padronização da coleta seletiva.
- E)verde.
Verde é associado, em regra, a vidro, e não a resíduos radiativos.
Gabarito: D
Na coleta seletiva, cada cor funciona como um atalho visual para o destino correto do resíduo. Isso ajuda a separar, tratar e dar a destinação ambientalmente adequada sem misturar materiais que exigem cuidados diferentes. Em prova, a banca gosta de cobrar essa associação direta entre cor e tipo de resíduo. No caso dos resíduos radioativos, a cor prevista é o roxo, também chamado de lilás em algumas referências. A lógica é simples: esse tipo de resíduo exige controle especial por causa do risco à saúde e ao meio ambiente, então não pode ser tratado como lixo comum nem ir para as lixeiras usuais da coleta seletiva. O fundamento mais cobrado é a padronização da coleta seletiva prevista na Resolução CONAMA 275/2001, que organiza as cores para facilitar a identificação dos resíduos. Nessa codificação, o roxo corresponde ao material radioativo. Por isso, o gabarito é a alternativa D. Em resumo: se a questão falar em material radiativo ou radioativo, pense em roxo sem hesitar. É uma daquelas associações que a banca adora transformar em pegadinha de memorização.