Para que um editor de vídeo possa realizar a montagem de qualquer obra ele irá precisar de um software de edição (edição de vídeos digitais). Existem diversos softwares e aplicativos que podem ser utilizados para este processo. Entre os principais no mercado profissional nacional estão:
- A)o Avid Media Composer, o CapCut, o Filmora e o iMovie.
Errada, porque CapCut, Filmora e iMovie são muito usados em contextos simples ou semiprofissionais, mas não formam o núcleo dos principais softwares profissionais nacionais.
- B)o Story Remix, o Movie Maker, o Apple Final Cut e o HitFilm.
Errada, porque Story Remix e Movie Maker são ferramentas antigas e básicas, mais associadas ao uso doméstico do que ao mercado profissional.
- C)o Adobe Premiére Rush, o Vegas Movie Studio, o CapCut e o Filmora.
Errada, porque mistura programas válidos com outros menos reconhecidos como padrão principal do mercado profissional nacional, além de citar o Premiere com grafia inadequada no enunciado original.
- D)o DaVinci Resolve, o Avid Media Composer, o Apple Final Cut e o Adobe Premiere Pro.
Certa, porque reúne quatro softwares amplamente reconhecidos e usados em fluxos profissionais de edição e pós-produção audiovisual.
- E)o iMovie, o Shotcut, o CapCut e o DaVinci Resolve.
Errada, porque iMovie, Shotcut e CapCut são programas mais simples ou de entrada, embora o DaVinci Resolve seja profissional.
Gabarito: D
Na edição de vídeo, o editor depende de um software de montagem, isto é, um programa de edição não linear para organizar cortes, trilhas, efeitos, cor e finalização. No mercado, existem ferramentas mais simples, voltadas ao uso doméstico ou ao conteúdo para redes sociais, e outras realmente usadas em fluxo profissional de cinema, TV e publicidade. O pulo do gato da questão está em separar os programas populares dos programas de referência profissional. Em ambiente profissional, alguns nomes aparecem com muita força: DaVinci Resolve, Avid Media Composer, Apple Final Cut Pro e Adobe Premiere Pro. Esses programas são conhecidos por atenderem demandas de pós-produção mais robustas, com recursos de organização de mídia, edição multicâmera, correção de cor, som e exportação em padrões profissionais. Por isso o gabarito é a letra D. Ela reúne justamente quatro softwares consagrados no mercado profissional. A banca está cobrando reconhecimento de ferramentas de edição realmente usadas na indústria, e não apenas aplicativos famosos entre iniciantes ou criadores de conteúdo. Em outras palavras: não basta ser conhecido, tem que aguentar o tranco do set à ilha de edição. Vale lembrar que não há uma lei específica que liste softwares de edição obrigatórios. O ponto é técnico e doutrinário: a resposta correta depende do conhecimento sobre o ecossistema profissional de pós-produção audiovisual.