As operações POP e PUSH aplicáveis às estruturas de dados são conhecidas como
- A)árvores binárias.
Árvores binárias organizam dados em nós e filhos, mas não são conhecidas pelas operações PUSH e POP.
- B)bitmaps.
Bitmaps são estruturas para representar conjuntos com bits, sem relação com as operações PUSH e POP.
- C)hashtables.
Hashtables usam funções de dispersão para acesso rápido, não a lógica de empilhar e desempilhar.
- D)listas encadeadas.
Listas encadeadas permitem inserção e remoção de nós, mas PUSH e POP são termos típicos de pilhas.
- E)pilhas.
Pilhas são estruturas LIFO e usam exatamente as operações PUSH para inserir e POP para remover.
Gabarito: E
As operações PUSH e POP são o jeitinho clássico de inserir e retirar elementos de uma estrutura que funciona no modelo LIFO, isto é, o último que entra é o primeiro que sai. Pense numa pilha de pratos: você coloca um prato no topo e retira sempre do topo. É exatamente essa lógica que a palavra "pilha" representa em Estrutura de Dados. No PUSH, você empilha um novo elemento. No POP, você remove o elemento que está no topo. Essa combinação de operações é típica de pilhas e aparece muito em algoritmos, chamadas de funções e processamento de expressões. Em livros de referência de estruturas de dados, essa é a definição padrão da pilha. Por isso o gabarito é a letra E. As demais alternativas representam outras estruturas ou técnicas que não usam essa dupla de operações como nome principal. A banca gosta de testar se você associa o verbo da operação ao tipo da estrutura, então aqui não tem mistério: PUSH e POP andam de mãos dadas com pilhas.