São custos da qualidade:
- A)Custos internos e custos externos.
Errada, porque custos internos e externos se relacionam às falhas da qualidade, não à classificação completa pedida na questão.
- B)Custos internos e custos de defeitos.
Errada, porque "custos de defeitos" não é a nomenclatura técnica padrão cobrada para os grupos de custos da qualidade.
- C)Custos primários e custos secundários.
Errada, porque custos primários e secundários não são a divisão clássica dos custos da qualidade.
- D)Custos de prevenção e custos de avaliação.
Certa, porque prevenção e avaliação são dois dos grupos clássicos dos custos da qualidade.
- E)Custos de desenvolvimento e custos de produção.
Errada, porque desenvolvimento e produção são categorias de custo produtivo, não a classificação tradicional dos custos da qualidade.
Gabarito: D
Os custos da qualidade são os gastos ligados a evitar defeitos, encontrar falhas e corrigir problemas depois que eles aparecem. Em geral, a doutrina classifica esses custos em quatro grupos: prevenção, avaliação, falhas internas e falhas externas. Ou seja, a lógica é simples: quanto melhor a qualidade, mais você investe antes e durante o processo para não pagar a conta depois. Os custos de prevenção são aqueles feitos para impedir que o erro aconteça, como treinamento, planejamento e padronização. Já os custos de avaliação servem para verificar se o produto ou serviço está conforme, como inspeções, testes e auditorias. Esse é um esquema clássico da Administração da Qualidade, muito usado em provas. Por isso, o gabarito é a letra D. A banca chamou atenção justamente para dois grupos corretos e muito conhecidos da classificação dos custos da qualidade: prevenção e avaliação. Eles fazem parte do conjunto tradicional ensinado por autores como Juran e Feigenbaum. As outras alternativas misturam expressões que não correspondem à classificação técnica mais cobrada em concursos. Quando aparecer "custos da qualidade", pense logo na conta organizada entre prevenir, avaliar, falhar internamente e falhar externamente. É quase um quadrinho de quatro partes: melhor evitar do que remediar.