O lote do fabricante, o número sequencial de fabricação do produto e a identificação interna são métodos para garantir
- A)recebimento.
Errada, porque recebimento é a etapa de conferência e entrada do material no estoque, não o método de acompanhar sua origem e percurso.
- B)manutenção.
Errada, porque manutenção se relaciona à conservação e ao funcionamento do bem, e não à sua identificação para rastrear historicamente o item.
- C)distribuição.
Errada, porque distribuição trata do envio e da entrega dos materiais, enquanto os dados citados servem para controle e acompanhamento do item.
- D)rastreabilidade.
Certa, porque lote, número sequencial e identificação interna são elementos clássicos de rastreabilidade, permitindo localizar a origem e o percurso do material.
Gabarito: D
Quando a Administração de Materiais fala em identificar um item ao longo de toda a sua vida, ela está falando de rastreabilidade. É a capacidade de acompanhar a origem, o percurso e o destino de um produto, peça ou lote dentro da cadeia de suprimentos e dentro da própria organização. Parece detalhe, mas em prova isso vira palavra-chave: se dá para “seguir o rastro”, o tema é rastreabilidade. O enunciado cita três marcadores bem típicos desse controle: o lote do fabricante, o número sequencial de fabricação do produto e a identificação interna. Esses elementos funcionam como um RG do material, permitindo localizar onde foi produzido, qual unidade é aquela e em que ponto do estoque ou do fluxo ele está. Isso é essencial para recalls, controle de qualidade, auditoria e separação de itens com características diferentes. Por isso, o gabarito é a letra D. Não se trata de recebimento, manutenção ou distribuição, porque esses termos indicam etapas operacionais do ciclo logístico, e não a função de identificação e acompanhamento do item. A lógica aqui é simples: sem identificação, não há como rastrear; sem rastrear, a gestão de materiais fica no escuro. Em concursos, a CESPE/CEBRASPE costuma cobrar esse vocabulário com precisão. Se aparecer lote, serial, código interno, etiqueta, código de barras ou registro de origem, você deve pensar imediatamente em rastreabilidade, conceito muito usado também em normas de qualidade e boas práticas de controle de estoque.