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Concursos do Tribunal Regional do Trabalho - 13ª Região (TRT13)

O Tribunal Regional do Trabalho - 13ª Região (TRT13) tem 4 cargos mapeados. As matérias que mais caem são Português, Raciocínio Lógico, Informática, Acessibilidade.

O tribunal do trabalho da Paraíba: prova FGV, núcleo trabalhista pesado e concorrência alta por poucas vagas.

Cargos mapeados
4
Jurisdição
Todo o estado da Paraíba
Banca (último certame)
FGV
Matéria central
Direito e Processo do Trabalho
O específico trabalhista decide o resultado

Num tribunal do trabalho, Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho valem mais que tudo. A FGV cobra lei seca, súmulas do TST e a reforma trabalhista (Lei 13.467/2017) em enunciados longos. Quem domina esse núcleo e ainda treina a discursiva sai na frente; quem estuda só as básicas fica no meio da tabela.

O que o TRT13 faz e onde atua

O Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região tem sede em João Pessoa e jurisdição sobre todo o estado da Paraíba. Depois que o Rio Grande do Norte virou a 21ª Região, em 1991, o TRT13 ficou restrito à Paraíba, o que o torna um dos menores tribunais do trabalho do país em território. Ele julga os conflitos das relações de trabalho previstos no artigo 114 da Constituição: reclamações trabalhistas, questões sindicais, greve, dano moral decorrente do vínculo, mandado de segurança e dissídios coletivos.

Como servidor, o seu dia a dia varia muito por cargo:

  • Analista Judiciário, Área Judiciária: analisa autos, minuta despachos e sentenças, dá suporte direto ao magistrado.
  • Analista Judiciário, Área Administrativa: cuida de licitação, contratos, orçamento, gestão de pessoas.
  • Técnico Judiciário, Área Administrativa: rotina de secretaria de vara, autuação, movimentação processual no PJe.
  • Especialidades de TI, tanto em analista quanto em técnico, com peso grande em sistema e infraestrutura.

A banca e o perfil da prova

O último certame do TRT13 foi organizado pela FGV, com provas aplicadas em novembro de 2022 em João Pessoa e Campina Grande. Guarde esse dado: banca define o jogo. A FGV cobra letra fria da lei, entendimento consolidado (súmulas do TST e OJs) e enunciados longos que testam a sua atenção. É prova de leitura cuidadosa, não de decoreba solta.

Para nível superior, a objetiva teve 70 questões, somando conhecimentos básicos e específicos, mais uma prova discursiva de caráter eliminatório e classificatório. Nível médio (técnico) fez objetiva e redação. A concorrência é pesada: o certame de 2022 reuniu mais de 25 mil inscritos disputando poucas vagas mais cadastro de reserva.

Matérias de maior peso e prioridade

Num tribunal do trabalho, o núcleo específico decide o resultado. Priorize nesta ordem para as áreas judiciária e administrativa:

  • Direito do Trabalho: contrato de trabalho, jornada, rescisão, FGTS, súmulas do TST. É o coração da prova.
  • Direito Processual do Trabalho: procedimento, recursos (com atenção à reforma trabalhista e à Lei 13.467/2017), execução, competência da Justiça do Trabalho.
  • Direito Constitucional e Direito Administrativo: pesam nos dois blocos e sustentam a nota.
  • Português e Raciocínio Lógico: matérias de base que a FGV usa para eliminar quem estuda só o específico.

Para a área administrativa, reforce administração pública, licitações (Lei 14.133/2021) e orçamento. Para TI, o específico da especialidade domina a nota.

Nível, remuneração e estabilidade

São cargos efetivos, com estabilidade após o estágio probatório e o padrão de benefícios do Judiciário federal (auxílio-alimentação, auxílio-saúde e outros). O nível de escolaridade é superior para analista e médio para técnico.

Em termos de remuneração, a faixa é atrativa e acompanha a tabela nacional dos servidores da Justiça do Trabalho, com reajustes escalonados já previstos para os próximos anos. Trabalhe com a ideia de salário inicial robusto para técnico e ainda mais alto para analista, sem se prender a um número exato que muda a cada reajuste.

Etapas do concurso

A maioria dos cargos se resolve em objetiva mais discursiva ou redação. Fique atento a uma exceção importante:

  • Cargos administrativos e de TI: prova objetiva e prova discursiva (ou redação, no técnico), ambas eliminatórias.
  • Especialidade de Segurança, a polícia judicial do tribunal: além das provas escritas, há teste de aptidão física e avaliação médica, etapas que exigem preparo específico desde cedo.
  • Procedimento de heteroidentificação: para quem concorre às vagas reservadas a pessoas negras.

Por onde começar

  • Baixe o edital mais recente do TRT13 e o último edital FGV do tribunal, e compare o conteúdo programático linha a linha.
  • Resolva provas anteriores da FGV para tribunais do trabalho: o estilo de cobrança se repete muito entre TRTs.
  • Monte a base em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho primeiro, depois Constitucional e Administrativo, e só então distribua tempo para Português e RLM.
  • Leve súmulas do TST a sério e treine a discursiva desde o início, porque ela costuma decidir a classificação final.

Cargos

Perguntas frequentes

Quais cargos tem o concurso Tribunal Regional do Trabalho - 13ª Região (TRT13)?

Mapeamos 4 cargos do Tribunal Regional do Trabalho - 13ª Região (TRT13): Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal), Técnico Judiciário, Analista Judiciário (Área Administrativa), Analista Judiciário (Área Judiciária).

O que mais cai nos concursos do Tribunal Regional do Trabalho - 13ª Região (TRT13)?

As matérias mais recorrentes nos editais do Tribunal Regional do Trabalho - 13ª Região (TRT13) são Português, Raciocínio Lógico, Informática, Acessibilidade, Direito Constitucional.

Qual banca organiza o concurso do TRT13?

O último certame, com provas em novembro de 2022, foi da FGV. A banca cobra letra da lei, súmulas do TST e enunciados longos que exigem leitura atenta. Sempre confirme a banca no edital vigente antes de montar o cronograma.

Quais são as etapas do concurso?

Em regra, prova objetiva mais discursiva (ou redação, no nível técnico). Para a especialidade de Segurança, a polícia judicial do tribunal, há ainda teste de aptidão física e avaliação médica. Há também heteroidentificação para as vagas reservadas.

O que estudar primeiro?

Comece por Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, o coração da prova. Depois Constitucional e Administrativo, e por fim Português e Raciocínio Lógico. Resolva provas anteriores da FGV para tribunais do trabalho, porque o estilo se repete entre os TRTs.